A equipe de Controle de Vetores, vinculada à Secretaria de Saúde de Porto Ferreira, realizou no mês de julho as ações de vistoria nos imóveis de bairros que compreendem o Setor 1 (Porto Bello, Las Palmas, Jardim das Palmeiras, Cristo Redentor e olarias) e Setor 2 (Vila Real, Jardim Recreio, Centenário, Paschoal Salzano, Recreio São Lázaro, Jardim Botafogo, Santa Cruz), intensificando as pesquisas aos criadouros de Aedes aegypti, mosquito transmissor de arboviroses como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

A equipe tem se dedicado às pesquisas e eliminação de criadouros existentes, bem como às orientações à população com o intuito de diminuir focos do mosquito, tendo em vista que dessa forma diminui-se consideravelmente a disseminação de vírus causadores das doenças.

Em números, durante as pesquisas, foram retirados dos bairros vistoriados grande quantidade de materiais descartados irregularmente em terrenos baldios. Foram visitados um total de 7.019 imóveis, incluindo os terrenos baldios de onde foram recolhidos: 820 sacos de lixo com inservíveis (latas, plásticos, garrafas pet e vidro, entre outros); 18 vasos sanitários; 11 pias e colunas sanitárias; 55 pneus (de carros, caminhão, bicicleta, motos).

“Esses números são preocupantes, pois verifica-se a prática de descarte irregular de diversos materiais nesses terrenos, prejudicando o combate ao mosquito no município, tendo em vista que esses recipientes são criadouros potenciais do vetor. Com isso, a equipe dedica um tempo excessivo recolhendo inservíveis, tempo esse que seria dispensado visitando os imóveis e levando informações importantes aos moradores quanto à prevenção e controle das doenças”, explicou a secretária de Saúde, Vera Lucia Visolli.

“Nossa equipe está preparada para levar informação aos cidadãos, priorizando a prevenção das doenças e eliminação de criadouros do mosquito. Considerando os números divulgados, a equipe de controle de vetores solicita a colaboração da população para que evitem essa prática. O descarte irregular de inservíveis e lixo orgânico aumenta os riscos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, ratos, baratas e escorpiões”, informa Cláudia Beozzo, coordenadora do Controle de Vetores.

Cléber Fabbri – MTb 30.118

Assessoria de Comunicação, Cerimonial e Eventos

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