Na próxima terça-feira (07/03), a partir das 19 horas, no Anfiteatro Municipal Isaltino Casemiro, será realizada uma audiência para a apresentação de uma nova proposta de convênio médico aos servidores públicos de Porto Ferreira.

Os detalhes da audiência foram acertados nesta quarta-feira (01/03), em reunião no gabinete do prefeito Rômulo Rippa, da qual também participaram o diretor do Departamento de Administração, Roberto Antônio Diniz; o diretor do Departamento de Finanças, José Carlos Ruiz; o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Nivaldo Luís do Carmo (Jipão); o secretário da entidade, Wady Abrão Neto; e o advogado do Sindicato, Francisco Jorge Andreotti Neto.

A proposta será direcionada principalmente àqueles servidores que ficaram sem convênio após o término do contrato com a MedPorto. No entanto, também será aberta a quem possuir um plano e quiser fazer a migração. Todas as informações sobre as empresas, valores e condições serão informadas na audiência.

No mês de janeiro o prefeito Rômulo Rippa constituiu uma comissão para avaliação do convênio médico dos servidores públicos municipais, formada por servidores dos Departamentos de Administração, Saúde, Finanças, Procuradoria, além de representantes dos próprios funcionários e do Sindicato dos Servidores. A comissão teve total liberdade para discutir e analisar a questão do convênio médico do funcionalismo.

Histórico

Até 2015, a maior parte dos servidores públicos ferreirenses, incluindo aposentados e pensionistas, possuía convênios com as empresas Dona Balbina e Medporto, sendo que a Prefeitura bancava metade do valor e o restante era descontado do funcionário no pagamento do salário. Os valores das mensalidades de ambos os convênios eram iguais.

A empresa Medporto, no entanto, comunicou no final daquele ano que estaria rescindindo o contrato com a Prefeitura, alegando para isso constantes atrasos no pagamento por parte do Município. Assim, desde março de 2016 cerca de 700 servidores que eram conveniados da Medporto ficaram sem plano de saúde. Na carteira do convênio Dona Balbina ficaram cerca de 900 servidores.

Na mesma época foi instituído um auxílio-saúde, cujo valor é o mesmo daquele descontado do servidor que possui convênio antigo. Este auxílio é uma espécie de ajuda de custo que pode ser usado pelo servidor para completar o pagamento de um plano de saúde por ele contratado. No entanto, o auxílio é considerado pequeno e fica longe de cobrir 50% do valor de um convênio novo.

Cléber Fabbri – MTb 30.118

Assessor de Comunicação

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