Unidade procura fortalecer a política de inclusão social do governo municipal

Primeira-dama Viviane Rasi e equipe em reunião no Cras

Desde que foi implantado, em setembro de 2009, o Centro de Referência da Assistência Social (Creas) tem sido uma importante ferramenta para sequência dos trabalhos sociais em Porto Ferreira e, consequentemente, fortalecer a política de inclusão social do atual governo municipal.

Veja a seguir o número de atendimentos da unidade:

– Crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual: 300;

– Crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica: 15;

– Crianças e adolescentes que estejam sob medidas de proteção ou medidas pertinentes aos pais ou responsáveis: 30;

– Crianças e adolescentes em comprimento da medida sócio educativa de liberdade assistida e de prestação de serviço: 3.200;

– Casos novos: 135;

– Atendimento psicológico: 5.865;

– Usuários de drogas: 2.640;

– Mulher vitimizada: 75;

– Migrantes: 60;

– Moradores de rua: 225;

– Casos jurídicos: 780;

– Idosos com maus tratos, negligência, abandono, internações: 270;

– Outros: 450;

– Casos em descumprimento de condicionalidades Bolsa Família: 105.

O Creas constitui uma importante unidade pública estatal, de prestação de serviços especializados e continuados a indivíduos e famílias com seus direitos violados, promovendo a integração de esforços, recursos e meios para enfrentar a dispersão de serviços e potencializar as ações para os seus usuários, envolvendo um conjunto de profissionais e processos de trabalho que devem ofertar apoio e acompanhamento individualizado e especializado.

O órgão articula os serviços de média complexidade e opera a referência e contra referência com a rede de serviços sócio-assistenciais da proteção social básica e especial, com as demais políticas públicas e demais instituições que compõem o Sistema de Garantia de Direitos e movimentos sociais.

O Creas estará ainda prestando atendimento às situações de risco e violação de direitos de crianças e adolescentes, e atendimento a adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto, direcionando a força das ações para a família, na perceptiva de potencializar sua capacidade de proteção a sua crianças e adolescentes, bem como outras violações de direitos (pessoas idosas, pessoas com deficiência, mulheres vítimas de violência, população de rua, entre outras).

 

Objetivos

Objetivo geral – Ofertar atenções especializadas de apoio, orientação e acompanhamento a indivíduos e famílias com um ou mais de seus membros em situação de ameaça ou violação de direitos.

Objetivos Específicos

• Fortalecer a função protetiva da família,

• Processar a inclusão das famílias no sistema de proteção social e  os serviços públicos conforme necessidade.

• Detectar necessidades e promover a indicação do acesso dos usuários a benefícios e programas de transferência de renda.

• Conhecer as dificuldades cotidianas das famílias para dar-lhes sustentabilidade, de modo que consigam superar momentos críticos e experiências de insegurança social.

• Contribuir para restaurar e preservar a integridade e as condições de autonomia dos usuários.

• Contribuir para romper com padrões violados no interior da família.

• Contribuir para a reparação de danos e direitos violados.

• Prevenir a reincidência de violações.

 

Público alvo

Grupos familiares e indivíduos que vivenciam situações de risco e violações de direitos por ocorrência de:

• Violência física, psicológica, negligência grave;

• Violência sexual: abuso e/ou exploração sexual;

• Cumprimento de medidas socioeducativas;

• Situação de rua, mendicância e abandono;

• Discriminação em decorrência de orientação sexual;

• Cumprimento de medida de proteção;

• Outras formas de submissão a situações que provocam danos e agravos a sua condição de vida e que as impeçam de usufruir autonomia e bem-estar;

• Descumprimento de condicionalidades do PBF em decorrência de violação de direitos.

 

Recursos humanos

Equipe de referência do Creas:

• capacidade de atendimento a 50 pessoas;

• Uma coordenadora: Eliana Cristina Baldin Storti;

• Uma assistente social: Waldenice Aparecida Zuffo;

• Uma psicóloga: Roberta Montefusco Peripato Suzigam;

• Uma advogada: Neide Magali Bordini Malaman;

• Dois profissionais de nível médio: Eliana Aparecida dos Santos e Regina Alice Silva do Carmo Bertolucchi;

• Um auxiliar administrativo: Alan Roberto da Silva.

 

Trabalho social

Acolhida, escuta, estudo social, cadastramento socioeconômico, orientação e encaminhamentos, orientações sociofamiliar, referência e contrarreferência, informação, comunicação e defesa de direitos, visita domiciliar a família, fortalecimento da função protetiva da família, construção de plano individual ou familiar de atendimento; acesso à documentação pessoal, mobilização da família extensa ou ampliada, articulação da rede socioassistencial, articulação com os serviços de políticas públicas, articulação institucional com os demais órgãos, mobilização para a cidadania, trabalho interdisciplinar, cadastramento dos serviços socioassistenciais, elaboração de relatórios e ou  prontuários, estímulos ao convívio familiar, grupal e social, mobilização e fortalecimento do convívio e de redes sociais de apoio, produção de  orientações técnicas e de materiais informativos.

 

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